Tuesday, September 19, 2017

Missed It (excepto a ladaínha)!


Monday, September 18, 2017

Yeah, Bitches!

A hipocrisia é uma homenagem que o vício presta à virtude.

Rochefoucauld.

Monday, September 11, 2017

Vem logo, vem curar...seu nego que chegou...de porre lá da boemia...


Friday, September 08, 2017

Humanidade II

Mais de acordo com a minha perspectiva geral, os Idiotas que nos rodeiam.

Quando não me toca directamente, chateiam-me as pessoas que acham que têm um valor manifestamente superior ao que possuem.
Chateia-me esta gente que sente o peito inflar quando uma pequeníssima autoridade lhes é dada. É o síndrome do Porteiro da Discoteca que tem o muito precioso poder de não permitir uma entrada e, fora isso, é um camelo que não consegue construir uma frase ou discutir outra coisa que não os suplementos que toma no ginásio.

(isto é ligeiramente injusto para os Porteiros mas só ligeiramente porque apesar de não serem todos assim a maioria que tive a oportunidade de conhecer...e poderia, também, usar o Funcionário Público que tem o poder de nos fazer esperar)

Quando me toca directamente...passa de me chatear para despertar as piores das minhas características.
Gente desta torna-me no tigre que está no meio da vegetação à espera do momento para atacar e matar. Neste contexto, matar é demonstrar, para que dúvidas não restem, que esse poder que julgam imenso é, na verdade, demasiado limitado para inflar o que quer que seja. Neste contexto, demonstrar é fazer o que pode ser entendido como humilhação pública.

Detesto isto em mim mas este desgosto desaparece quando entendo justificado.
Libertem-me do peso da consciência e façam-me feliz.

O que eu apreciava é que te empenhasses da mesma maneira nas tuas verdadeiras funções, coisa que não acontece...ou não acontece porque não queres ou porque não consegues. Quer dizer, podem ser as duas coisas.

...e isto é muito mais próximo da Humanidade e das suas limitações.
Como somos mais limitados do que ilimitados, tendemos a não ficar bem quando vistos à lupa. 

Thursday, September 07, 2017

Humanidade

A minha natureza é realista - uns dirão cínica - e, a minha natureza como a Natureza em si, pouco dada a comiseração.
...mas há honrosas excepções à aspereza que me cobre a pele.

O Dennis Rodman é um mentecapto.
Actualmente, é mais conhecido por ser uma visita frequente e amistosa da Coreia do Norte mas antes disso foi um jogador de basket óptimo no que fazia, travesti, alcoólico e drogado...a escumalha da Terra e um benefício a quem não tem de conviver com ele.

O que torna o Dennis, para mim, diferente de muitos dos ursos que como ele se comportam é isto:
 A minha natureza, normalmente diria e se fosses para o caralho com essas lágrimas de merda e te portasses bem?! porque o que soa como um cão e se comporta como um cão é, as mais das vezes, um cão.
...mas quando ouço o Dennis (e não é de agora, foi sempre assim) acredito que este é um gajo que não consegue fazer mais e que quer fazer mais; é um gajo que é assim mas que não quer ser assim.
Há uma dor profunda e muito defeituosamente humana neste gajo.

Para quem não teve o azar de ser filho dele ou de sofrer com todas as merdas que gente que se comporta como ele se comporta faz, há uma ligeira esperança para todos nós. Há uma ligeira esperança de que o comportamento não é o sentimento ou a intenção.

E a intenção é fundamental para que se possa ser diferente mesmo nos casos em que, depois, não se consegue.

Eu sei que é retorcido mas isto conforta-me.

Wednesday, September 06, 2017

Os Problemas dos Outros

O gajo que trabalha comigo - há uma gaja que tem o mesmo problema - acha que o facto de apreciar uma gaja boa implica algo mais que isso.
Aprecia-as...mas é bom que mulher não saiba que ele acha a gaja boa.

Nunca tive nem tenho este problema.
Não gosto de tratar ninguém como estúpido e isso aplica-se, ainda mais, a quem partilha muito tempo comigo e que se pretende seja durante muito (voltaremos a isto).
Eu aprecio gajas boas e não o escondo.
Eu não vou comer uma gaja por muito boa que seja.

Era óptimo que sentisse à vontade para chamar estúpido a todos que têm este tipo de problemas por serem...estúpidos.
São mesmo estúpidos mas eu tenho os meus.

Do que retiro da maioria das pessoas que nos rodeiam, ter companhia parece uma coisa boa porque, provavelmente, ser sozinho lhes parece uma coisa má e talvez seja mesmo.
Sucede que, para mim, a liberdade é a incapacidade de quem quer que seja nos tirar seja aquilo que for e nisto inclui-se a companhia.
Eles (ou vocês) enriquecem com o que têm e eu enriqueço com o que não tenho. Menos é muito mais quando o menos nos pertence por completo.

Poderia dar milhares de exemplos quanto ao menos ser mais mas deixo esta:
estive a ver o 13 Reasons Why e o que retirei é que nós, humanos, sofremos demasiado com o que não temos e com aquilo a que achamos ter direito.
Não se desse o caso de acharmos que precisamos aquilo que apenas queremos; não se desse o caso de acharmos que importam coisas que não significam nada e o suicídio talvez desaparecesse por completo.

Só para que conste:
Eu sei que isto que que acabei de escrever é uma racionalização do meu problema. Isso não me escapa mas eu gosto de ter razão.

Very cool:

Tuesday, September 05, 2017

Eanes e Galamba

Estou a terminar o primeiro volume da biografia O General Ramalho Eanes e a História Recente de Portugal.
Leio quase tudo o que apanho à mão mas, as mais das vezes, sou mais atraído pelo que me é completamente alheio: gente demasiado boa e gente demasiado má.
Não considero o Ramalho Eanes uma coisa nem outra, em relação a mim, mas já o considero uma ave muito estranha no meio político. Provavelmente porque ele, como deveria acontecer com todos, não é político mas viu-se político durante um determinado período da História.

Para ser honesto, o livro é demasiado moralista para o meu gosto; de resto, os militares são demasiado moralistas para o meu gosto.
Ora,
se em termos pessoais o moralismo me chateia, por motivos demasiado óbvios o mesmo não acontece quando a função que se desempenha é a militar.

Não pretendo discorrer sobre o assunto do livro e nem sequer sobre a personagem que é o General mas...deu-se que li isto: http://portadaloja.blogspot.pt/2017/09/um-patife-da-politica.html

...o Galamba é o motivo personificado de ser o General Ramalho Eanes uma aves estranha na política.
Este deputado dá-me muita urticaria e tenho a certeza que já por aqui disse que é uma imitação muito (mas mesmo muito!) barata do José Sócrates, aquele que, seguramente, é o seu ídolo e, muito provavelmente, a mais recorrente personagem dos seus sonhos húmidos.

....ainda pensei caralho, deve haver alguma coisa de boa nesta personagem mas dei por mim a chegar à aterradora conclusão que tenho mais apreço (sim, dói escrever isto) por Comunistas que por este tipo de gajos.
Este deputado - como muitos outros mas que são menos irritantes - não tem, sequer, uma qualquer doutrina ou ideologia. É vazio de valores mas preenchido de uma retórica redonda e vazia que revela, sem necessidade de corporização, aquilo que é: um cata-vento da pior qualidade e uma toupeira que se imagina um belo pavão.

Digo, ainda, isto: aquele brinco metido ao especial seria o suficiente para entendermos tudo o que havia a entender quanto a este gajo.
É a versão avacalhada de revolucionário.

E o que dizer dos outros supostos participantes das jantaradas? Silva Pereira e Carlos Santos Silva?
Muita coisa mas como ainda quero conseguir jantar e segurar a comida no estômago, evitarei.

Por outro lado, descobri isto: